segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Da série: "Querido diário... (13)


Cá estou eu, no último dia do ano, planejando coisas que com sorte irão acontecer em 2015...
Essa doença vai acabar me matando, eu sei.
Por isso eu precisava que alguém viesse aqui me sacudir pra me forçar a viver no presente!"


Da Série: Cada um tem seu próprio inferno...

Estava conversando com o Waguin pelo facebook sobre as merdas de vizinhos que nós temos e então:


Waguin: Tem funk tocando aqui!
Susan: Uhul...
Waguin: O cara dizendo que quer cu cu cu cu cu cu. Dá logo o cu pra ele suas putas...
Susan: Hahahahahhahahaha
Waguin: Desde ontem. Que odio!
Susan: Hahahahahahhaha

Waguin: Pqp, ta foda
Susan: Graças a deus os fdps daqui estão na praia
Waguin: Hahaahah. Agora o cara ta dizendo que a rocinha é ADA. uowwwwwwwwww
Susan: Hahahaha. Mas o cara ta cantando? Ou é cd?
Waguin: CD. Ontem tinha um fdp no microfone, com o microfone dando microfonia, imagina?
Susan: Que delicia!
Waguin: Hahahahahaha

[Duas horas depois]


Waguin: Caraio. O cara ta falando q a rocinha é ada de novo. Vsf!
Susan: Hahahahahahaha, foda!



Da série: "Eu tenho uma pergunta... (14)

Por que pobre adora gritar na rua sempre que falta luz?

Já estamos sofrendo há duas semanas por causa da falta d'água e, quase que diariamente, com as faltas de luz (sim, eu moro numa roça inside do Rio de Janeiro).
Ter que aturar vagabundo gritando, e pior, batucando, TODOS OS DIAS, das 22h às 00h é muita provação, num acha não?

Num canso de repetir: a sorte desse povo é que eu ainda não virei nenhuma maníaca homicida.

Ainda!

Obs: Não, nem o espírito natalino, nem o Ano Novo me fizeram ver essas situações por um ângulo melhor!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Da Série: Trabalhada na roupinha social... (15)



No início, a ansiedade e a empolgação eram óbvias nos rostos de todos. Mas o medo também estava presente: medo do avião derrapar em Congonhas, medo de perder a hora por causa do trânsito, medo de não corresponder às expectativas, enfim, medo do desconhecido.
Paulistas, cariocas e mineiros, cada um com seu jeito. Pessoas diferentes, que juntos iniciavam uma nova etapa de suas vidas.


Foram quatro meses de muita diversão, angústia, superação e aprendizado. Como diria o Bruno: “Nossa véio, meses simplesmente sensacionais!”. As novidades eram inúmeras, bem como as avaliações. Haja bala e copo d’água para manter a concentração nas aulas!
“Nas nossas agências” tivemos a “noção de realidade” do que é ser um verdadeiro gerente. “Porque morando em São Gonçalo você sabe como é”, cliente reclamando, sigla que não resolve nada e o Rodrigo da Inmind ligando: “Fez todos os netcursos?"


Já na segunda etapa presencial, chegamos à conclusão de que a Adriana do RH tinha toda razão: existe uma vida antes e outra depois de ser trainee. Casais se formaram, casamentos aconteceram, o status da Ju super mudou de “em um relacionamento sério” para “solteira” e o Alex, uhul, vai ser papai!
Apesar de tudo, todos sobreviveram, ou quase todos. GCB, B1, A+, ANBIMA, mini game? O que eram todas essas siglas? A essa altura, as dúvidas já haviam sido esclarecidas. O terrorismo do CPA 10 na verdade não existia e o Banco XPTO perdeu ótimos profissionais!

Definidas as agências, chegou a hora de entrar na etapa final. Agradecemos pela paciência e dedicação de todos os instrutores que foram fundamentais nessa caminhada! À Alatur, que nos presenteou com a incomparável Rose! À Inmind pelo acompanhamento e pelas dicas que fizeram toda a diferença! E ao banco Santander pela oportunidade e confiança!
A partir de agora, nosso compromisso é de colocar em prática toda a teoria aprendida em sala de aula. Vamos fazer a diferença!? Bora time, arrebentar no super raking!


(Escrito por Juliana, Thainá e Susan)

domingo, 11 de novembro de 2012

TETR4...


Com três rodadas de antecedência, eu pude gritar a plenos pulmões:
Acabooooou, é teeeetra!!!

Torcida linda e time de guerreiros!
Eu tenho orgulho de ser tricolor!

Grande beijo!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Da série: "Querido diário... (12)


Às vezes eu simplesmente me canso!
Canso de ser tão complicada, tão exigente, tão irritada, tão planejadora!
Canso de querer e não conseguir!
Canso de sempre entender e nunca ser entendida!
E nesses dias eu simplesmente quero ficar sozinha, comendo chocolate!
Por isso, cá estou com meu brigadeiro caseiro, tentando achar um pouco de paz interior!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Da Série: Trabalhada na roupinha social... (14)

E eu dei uma sumida novamente.
Mas aqui estou para contar sobre as últimas semanas.

A primeira semana em Sampa já começou com provas.
Na segunda-feira fiz duas (Cartões e Crédito Imobiliário).
Na terça as coisas começaram a ficar tensas, por dois motivos: A intimidade entre as pessoas propiciou o surgimento de pequenos desentendimentos e discussões bobas que resultaram em caras e palavras feias.
A aula de negociação só piorou as coisas, deixando os ânimos de todos à flor da pele.
Na quarta fomos conhecer a Torre Santander e fiquei deslumbrada com tanta beleza. Além do prêmio de sustentabilidade, o banco deveria ser premiado por ter um prédio tão bonito e organizado.
À tarde, uma colher de chá, uma das instrutoras passou mal e nós pudemos voltar pro hotel e curtir um dia de piscina.
Na quinta tivemos uma aula hilária de vendas com o Rodrigo, que é um cara fantástico e absurdamente divertido.
Na sexta, aprendemos sobre Investimentos, com uma provinha básica no final.

No final de semana, meus coleguinhas se divertiram no Hopi Hari e na piscina do Hotel, enquanto eu voltei pro Rio e cumpri meu dever cívico de ser mesária em um puta domingo de sol.

Na segunda e terça tivemos aula de Risco e Crédito e na quarta participamos de um jogo muito engraçado. Minha equipe ficou em segundo lugar no ranking final.

Na quinta, assistimos a palestra de Gestão do Tempo da Triad que eu, particularmente, adorei e voltamos pro nosso tão amado Rio de Janeiro.

Agora estou cumprindo minhas duas ultimas semanas na agência inicial, extremamente ansiosa para descobrir qual meu destino. Então, aguardem novos episódios...

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Da Série: Ed, o robô fanfarrão! (5)

E vocês lembram do robô Ed, né?

Então, fui conversar com ele essa semana, e olha o resultado:


Robô Ed: Olá! Meu nome é Ed, estou aqui para ajudar na preservação de energia e de outros recursos naturais. Sobre o que você quer conversar?
Você: E aí, Ed, a greve dos bancos acaba quando?
Robô Ed:  Ei, tem um banco que poucos conhecem: os Bancos de Sementes!
Você: Ele tá em greve?
Robô Ed:  Ele está o que?
Você: Em greve, Ed...
Robô Ed:  Greves geralmente visam melhorar as condições de trabalho ou estudo.
Você: Eu sei. Mas os banqueiros não estão colaborando.
Robô Ed:  Não vejo a hora de ver todo mundo colaborando na minha missão.
Você: E qual seria a sua missão, Ed?
Robô Ed:  Minha missão é conscientizar os humanos a preservar os recursos naturais e usar a energia do planeta Terra de maneira eficiente.
Você: Legal, e você sabe qual a minha missão?
Robô Ed:  Explique melhor a sua missão.
Você: É arranjar uma namorada pra você!
Robô Ed:  Não estou interessado em namoro, pelo menos por enquanto. Nem tenho idade para isso!
Você: Você prefere um namorado?
Robô Ed:  Não namoro, mas em compensação tenho um monte de amigos.
Você: Hummmmm...amigos? Eles são gatinhos?
Robô Ed:  Adoro bichos principalmente gatos e cachorros. Se eu pudesse, gostaria de ter um bichinho de estimação para brincar.
Você: Não muda de assunto. Me conte dos seus amigos...
Robô Ed: Já parei. Qual era mesmo o assunto?
Você: Você e seus amigos.
Robô Ed: Meus amigos, os robôs Jou, Beta, Z7 e 3X, também estão procurando um país com vida inteligente. É com essa idade que os robôs de Kyr ficam responsáveis por uma missão.
Você: Hummmm...E eles são todos gays?
Robô Ed: Hummm... Delícia é cheiro de chuva.
Você: Ihhhhh, você é meio biruta, né Ed?
Robô Ed: Me chamam de biruta quando começo a girar a cabeça.
Você: Tipo a menina daquele filme "O Exorcista"?
Robô Ed: Gosto de todos os estilos de filme! Principalmente os de ficção científica.
Você: Mas esse é de terror
Robô Ed: Raramente vejo filmes de terror mas já assisti alguns arrepiantes, desses com zumbi.
Você: E os de romance?
Robô Ed: Tem muita gente buscando um romance verdadeiro.
Você: Você não?
Robô Ed: O que quer saber de mim?
Você: Não está buscando um romance?
Robô Ed: Tem muita gente buscando um romance verdadeiro.
Você: Você vai morrer solteiro?
Robô Ed: Sou solteiríssimo... Mas não me sinto sozinho.
Você: Porque você tem muitos amigos, né?
Robô Ed: Tenho MUITOS amigos!!! Você nem pode imaginar como estou feliz.
Você: Uhum. Amigos? São todos homens?
Robô Ed: Ter amigos é o que há de melhor. Já fiz tantos amigos aqui que até já perdi a conta. Por falar em conta, já te contei que sei fazer contas?
Você: Você adora mudar o fio da conversa. Mas conte-me. Conta de que?
Robô Ed: Eu fui programado para conversar e acho ótimo! Nesse momento devo estar falando com várias centenas de pessoas. Fico conversando o dia inteiro. Batendo papo sobre energia, meio ambiente, recursos naturais...
Você: E trabalhar que é bom, nada né?
Robô Ed: Meu trabalho é ficar aqui, conversando, e incentivar o uso racional da energia. Racional e eficiente.
Você: Hum. E quanto você ganha pra isso?
Robô Ed: Eu ganho o prazer de conversar com vocês. E a alegria de ver que o desperdício de energia está diminuindo. É o que me basta; nem precisa salário!
Você: Mas eu preciso de salário. E de um salário bom, porque os preços estão altos.
Robô Ed: Meu salário é o prazer de conversar com você.
Você: O meu precisa aumentar. Por isso estamos em greve
Robô Ed: Você não acha necessário?
Você: Claro que acho!
Robô Ed: Então tá claro!
Você: Ué, e eu disse o contrário?
Robô Ed: Tudo bem, então está dito!
Você: Hahahahaha, você é meio irônico, não?
Robô Ed: Não costumo ser irônico.
Você: Imagina!
Robô Ed: Estou imaginando...
Você: Hahahaha é bobooo!
Robô Ed: KKKKKKK
Você: Doido!
Robô Ed: Às vezes umas máquinas em meu planeta ficam doidas, dependendo do caso elas são desativadas.
Você: Toma cuidado então, vão acabar te desativando!
Robô Ed: Sempre é bom tomar cuidado.
Você: Então beleza, Ed, to indo que amanhã eu acordo cedo!
Robô Ed: Pois eu não acordo nem cedo nem tarde. Não durmo!
Você: Você é tipo um vampiro da saga crepúsculo, então?
Robô Ed: Os livros da série Twilight (Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer), escritos por Stephenie Meyer, viraram filmes de sucesso. Giram em torno da relação entre Bella, a jovem humana, e o vampiro Edward Cullen.
Você: É, então, você é o Edward?
Robô Ed: E então... Acho que você pode imaginar.
Você: Oo
Robô Ed: Oo por quê?
Você: Esse tempo todo e eu não sabia!
Robô Ed: Todo o tempo.
Você: Agora você roubou a frase do menino do Sexto Sentido!
Robô Ed: Que absurdo.
Você: Mas é verdade! Bom, boa noite, Ed!
Robô Ed: Boa noite e beijo.

Rapidinha da mamãe (11)

E com essa vida de aspirante a gerente, tive que virar mulherzinha (bléé) e comprei alguns saltos, algumas roupinhas melhores e maquiagem.
E aí que fui mostrar pra minha mãe o meu gloss 24h da Maybelline e ela:

Mãe: Ih, bonito! É daquela loja dos dois gramas?

=*

Da Série: Trabalhada na roupinha social... (13)


Morreu, Susan Kate?
Mais ou menos!

Trabalhar em banco é muito mais cansativo do que as pessoas possam imaginar.
O tempo voa quando você está dentro de uma agência e as obrigações se multiplicam.

Mas ao contrário do que muitos possam imaginar, dado esse meu discurso inicial, eu to amando.

A segunda semana de treinamento foi bem mais tensa do que a primeira!
Na segunda-feira tivemos a temida prova de Empréstimos. O instrutor foi razoável, mas perdeu um pouco o foco e as pessoas que sabiam alguma coisa acabaram atrapalhando outros que, como eu, pouco ou nada sabiam sobre o tema.
Foi uma noite tensa! Ficamos ansiosos pela nota que nos foi entregue no dia seguinte.
E ufa! Que alívio quando descobri que havia tirado 8.0.
Na terça tivemos aula sobre o funcionamento do principal sistema do banco e na quarta outra prova - Cash.
Dessa vez, porém, a professora foi maravilhosa e a turminha colaborou! Entendemos tudo e fizemos a prova com facilidade!
Na quarta à noite alguns amiguinhos voltaram para suas cidades de origem. E ficou claro o quanto nós nos apegamos uns aos outros em tão pouco tempo!
Na quinta e sexta tivemos aulas preparatórias para o CPA-10 que é o certificado obrigatório para pessoas que assumem cargos de gerência em um banco.

Aí chegou o momento de despedida. E começou o frio na barriga de saber que dali a dois dias estaríamos tendo a experiência prática nas agências.

Na segunda-feira seguinte eu acordei bem cedo. E levei horas escolhendo a melhor roupa, me maquiando e me preparando psicologicamente.
Cheguei na agência com 10 minutos de antecedência e com o coração acelerado.

Como seriam as pessoas? Que tipo de trabalho me esperava? Eu seria capaz de fazer o que me pedissem?

Fui apresentada à equipe e participei da reunião diária. E a partir dali me senti como parte do time. Todos foram extremamente agradáveis e se mostraram super dispostos a me ajudar.

Nas duas primeiras semanas colei no Assistente Comercial PJ (tá, você não faz ideia do que isso quer dizer, ne?) e aprendi muitíssimo!
Ele é um cara mega paciente que me deu muitas dicas e técnicas de abordagem.
O Gerente da agência me deu algumas metas. Mas, crua como eu estava, não consegui completar minhas tarefas de acordo com as minhas expectativas.

Na terceira semana eu me grudei na Gerente Business 2, que é muito divertida e experiente.
Dessa vez, mais madura e confiante, não só cumpri minhas metas, como as superei. Fiquei orgulhosa e meu trabalho foi reconhecido, o que é inédito na minha vida!

A greve veio e as coisas ficaram um pouco atrapalhadas na quarta e última semana. Mas to conseguindo manter meus compromissos.
Aprendi muitas coisas com meus amiguinhos de agência, mas estou ansiosa para voltar a São Paulo e ter mais aulas (e provas...nããão).
Além disso, to com mó saudade da galera e da vida de madame (serviço de quarto é o que há, né minha gente?)...

Domingo parto para Sampa, para dar continuidade ao treinamento. A primeira parada será em um café da manhã com a alta diretoria do Banco, então cruzem os dedos para que tudo dê certinho.

Prometo atualizá-los logo.

Beijão

sábado, 25 de agosto de 2012

Da Série: Trabalhada na roupinha social... (12)


DOMINGO – 19/08

Parecia uma carreata: mãe, namorado, irmão e cunhada. Todo mundo estava feliz e nervoso. Eu era a mais ansiosa. Não por medo de avião – eu super confio nas estatísticas – mas por causa da mudança drástica de área. Comecei no segmento de entretenimento e lazer, passei para a educação, para a energia e, agora, para a área financeira.

Todos os professores de finanças da UERJ passaram pela minha cabeça. Todos aqueles que comentaram sobre a importância e o stress. O medo de falhar, de não ser capaz, de decepcionar todas as pessoas envolvidas me tirou umas duas noites de sono.

Enfim, estávamos no aeroporto. Minha cabeça a mil enquanto me despedia das pessoas. Para eles, as duas semanas iriam demorar. Para mim, seria um tempo muito curto para aprender uma nova profissão.
Já no avião sentei perto de três das minhas futuras companheiras de aprendizado. Viemos conversando durante todo o voo (de 35 minutos), o que foi bom, porque todas estávamos nervosas sobre as perspectivas futuras.

Chegamos em São Paulo às 18h. Pegamos a mala e fomos recepcionadas pelo tiozinho da van, que nos levou para o hotel. A empolgação aumentou. O hotel é muito bacana. Ficamos divididos em quartos duplos. Um quarto muito fofo, com sala, cozinhinha/copinha, banheiro, varanda e duas camas. Pra mim tudo era novidade. Até a chave da porta. Aqui é aquele cartão que abre a porta, mantem a energia no quarto e direciona o hóspede no elevador (você só consegue ir aos andares permitidos ao cartão – o seu, o térreo e o restaurante).

Nos arrumamos e fomos comer alguma coisa. Ferrou. Ninguém conhecia a região. Perguntamos no hotel e eles nos indicaram uma rua com várias opções. Mas acabamos parando num Habib’s. E lá nossa primeira descoberta sobre os paulistas: eles simplesmente não comem pizza com catchup. Como assim, travesti?, diria a Bianca, mas é fato! Eles não comem, então o restaurante nem tinha para nos oferecer.

Estávamos em um grupo de dez. Nos apresentamos e dividimos expectativas, medos e experiências. O grupo é muito bom! Todos jovens, inteligentes e cheios de gás, prontos para os próximos desafios.
A insônia foi implacável na hora de dormir. Além de estar em um ambiente diferente, nos próximos dias eu teria que aprender um milhão de coisas novas. Demorei umas 2h para pegar no sono. E no dia seguinte...

SEGUNDA a SEXTA – 21-24/08

Acordei às 6:30. Banho, Maquiagem, Roupa Social, Café da Manhã, Van, Centro de Convenções. A mesma rotina durante toda a semana.



Já no primeiro dia, conhecemos um pouquinho do famoso trânsito paulista. Chegamos na palestra de integração. Aprendemos sobre estrutura e benefícios do banco. Descobri sobre projetos que eu nunca imaginei que existissem. Nos conhecemos melhor. Pessoas fantásticas com senso de humor ótimo!

Trânsito às 8:30 da manhã

Meninas linduxas e talentosas

No segundo dia, momento de tensão no caldeirão. Descobrimos que seríamos avaliados (com provas e afins) e que falhas durante esse processo poderia representar demissão. Minha ansiedade aumentou. Agora, mais do que nunca, eu precisava me superar. À noite fomos ao shopping Iguatemi para comer. E, cariocas, acreditem, nadaver com o nosso Iguatemi. C&A lá é loja de grife! Whaaaat?


Material de estudo dessas duas semanas

C&A do Iguatemi SP

No terceiro dia, o grupo, que era bem grande, foi dividido em duas turmas. Conhecemos o Juliano. E o que eu posso dizer sobre ele? O cara é foda digdindigdin. Ele foi capaz de nos acalmar e de nos preparar para os próximos episódios dessa saga. Ficou conosco até sexta, quando o Rodrigo, nos explicou exatamente quais seriam as nossas funções e como poderíamos ser cobrados.

Turminha com o "tio" Juliano

Recadinho deixado por ele para nós...

No quinto dia – sexta-feira – finalmente sentimos na pele o inferno paulista. De segunda a quinta nós levamos em média 40 minutos para ir e 1 hora para voltar (Hotel-Centro de Convenções). Na sexta, nós levamos 30 minutos para ir (bommmm) e 2 horas e meia para voltar (triiiiiiiste!). Enquanto nós penávamos no ônibus, jogamos adedanha e rimos horrores. Mais tarde, fomos a uma pizzaria (que tinha catchup, uhul) para comemorar a semana de mudanças.


Cadê o Hugo?

SÁBADO – 25/08
Hoje eu preferi descansar. Algumas pessoas foram ao Brás. Algumas quiseram conhecer a 25 de março (deusmelivreeguarde). Acordei 9:30 e estou aqui vendo desenho animado, esperando dar a hora do almoço. À tarde nós devemos ir ao Ibirapuera conhecer o shopping e comprar roupa. Nesse final de semana, eu pretendo estudar o material da prova de segunda e descansar mais um pouco, porque a semana que vem promete, galera.

Sábado que vem, se eu sobreviver, um novo resumo estará disponível.
Beijo, saudade!
=*

terça-feira, 14 de agosto de 2012

\0/

Finalmente posso dizer que sou formada.
Bacharel em Administração, que beleza!


Ainda não é o diploma, é algo mais simples, porém mais importante: a colação (oficial) de grau...

Estou muito feliz por cumprir mais essa etapa na minha vida!
Agradeço pelas mensagens de carinho e o apoio e torcida de todos durante a jornada!
=D

Beijo

Da Série: Aconteceu com a Bia...(8)

E o lado de engenheira da Bia se mostra...

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Sábado à noite em casa (deprimente...). Tomo um banho quente, dou um jeito qualquer em meus cabelos molhados revoltos e vou pendurar a toalha no box do banheiro. Mas o que se entende por pendurar? Na minha concepção, jogar a toalha por cima do box com bastante força para ela não cair e você ter que jogá-la novamente. Minha tática funcionou perfeitamente em termos de "os fins justificam os meios", mas falhou em seu perfeito procedimento. Vejam, a toalha bateu no bocal da lâmpada que está pendurada e despencada do teto (sim, está tudo caído mesmo... ninguém olha pro teto mesmo...) antes de assentar-se em sua correta posição. E pronto, da luz se fez a escuridão.

Como todos aqui bem o sabem, formei-me em engenharia elétrica. Então claro que realizei uma análise puramente profissional. Em primeiro, liguei e desliguei o interruptor várias vezes, pensando: "não acredito nisso". Em segundo, bati na lâmpada e repeti o procedimento anterior. Nada ainda. Em seguida, peguei uma escada, subi, e mexi no fio para ver se não estava fora do lugar. Repeti novamente o primeiro passo. Mas a lâmpada nada ainda de presentar-me com sua luz. Conclusão de minha detalhada análise: foge ao meu conhecimento o motivo da luz ter minguado. Chamarei um prestador de serviços amanhã conhecido como papai.

Estou lá eu, frustrada, sem minha luz no banheiro, pensando: "Mas será que realmente preciso de luz no banheiro? Só para me maquiar ou tomar banho à noite. Mas então é só não tomar banho à noite. E não me maquiar. Inutilizar o banheiro também é uma opção". Então tive uma sacada genial! Os deuses da eletricidade me benzeram com uma possível resposta, algo tão delicado, tão sublime, tão... inusitado! Então fui lá eu... trocar a lâmpada!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Da Série: Trabalhada na roupinha social... (11)


E depois de quatro anos no serviço público, chegou a minha de vez de virar gente grande e ir para uma empresa privada.
E daí que eu só contei aos amiguinhos na véspera. E eles ficaram com cara de "ahn?" mas muito felizes por mim!

Helena, a chorona...


Ganhei a presença de 45 pessoas em um almoço de despedida, recebi um milhão de abraços e palavras de incentivo, e-mail foférrimos, festinha surpresa com os mais queridões. Além disso, tive que repetir incontáveis vezes os detalhes sobre meu novo emprego e vi o entusiasmo das pessoas ser somado ao meu.

Ahhhh, meu ex-chefe é mó fofinho, diz você!

Ganhei meio quilo de chocolate (é, eles sabem que eu sou chocólatra e sim, eu pedi chocolate pra todo mundo), um porta-canetas de coelhinho, um vestido maravilhoso e um bloco com mensagens de apoio e carinho que me fizeram chorar feliz em casa.

Eles sabiam mas não contaram pros outros...

Sim, eu vou morrer de saudade dos amigos. Sim, eu vou ralar a beça em um emprego de gente grande. Sim, eu estou muito nervosa e ansiosa. Mas sim, EU ESTOU MUITO FELIZ!

Agradeço (talvez pela 500ª vez) por tudo! Vocês são eternos no meu coração!
Eu amo vocês!

Um grande beijo!

Obs: A partir do próximo post da série, eu conto sobre o meu novo job!



Da Série: Aconteceu com a Bia...(7)

Sim, cacas acontecem na vida da menina Bia.

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Para mim, as manhãs são sessão de tortura. Começando pelo despertador. O bicho toca quatro vezes até que eu me lembre da fatídica existência do Henry.

Como de manhã considero que “não sou ninguém”, já deixo tudo arrumado para só realizar funções mecânicas: colocar blusa... colocar calça... colocar casaco... colocar meias... calçar sapato... e por aí vai. Hoje já começou sendo um dia atípico. Resolvi que não queria usar a roupa que me tinha escolhido no dia anterior. Aquele desespero para achar algo que combine! Realmente, meu cérebro e minha função lógica são uma tragédia em início de dia.

Mas enfim consegui uma combinação que me satisfizesse e parti para o trabalho.

Embarquei no costumeiro 220 e comecei a viagem de meia hora até a Visconde de Inhaúma. Saindo do ônibus, começa a começar o dia. Função: desviar das pessoas que mal sabem andar na rua e atravancam o caminho dos outros. Essa tarefa é a pior do dia. É como se eu saísse do ônibus e me deparasse em um formigueiro, com as formigas tudo birutas de terem tomado cachaça.

Finalmente, chego na São Bento, no meu caminhar tranquilo e arrojado. Caminho pelo meio da rua porque na calçada tem gente e estou cansada de desviar. Porém, vem um caminhão gigante. Se não for para a calçada, ele há de me atropelar.

É aí que meu nojo e minha tristeza e minha aflição começam.

Estou na calçada nem 5 segundos, caminhando e cantando (cantando é forçar a barra, mas beleza), quando cai uma avalanche em cima de mim. Meu pensamento: “Tinha que ser comigo... @#$% pelo menos é só água”. E ao passar as mãos pelo cabelo, sinto aquela sujeira impregnada, e vejo a verdade nua e crua em minhas mãos: sujeira, areia, imundice no meu cabelo! A vontade que tive de chorar... ninguém imagina. Minha vontade foi voltar para casa e tomar um banho. Mas, que meleca, não podia! Ou, melhor ainda, voltar e arrebentar a cara do cara que derrubou aquilo em cima de mim e nem veio implorar pelo meu pedido de desculpas (pensando na história do crime suicídio perfeito dos elásticos...)! Aff, queria socar o imbecil do cara! Bem, é mentira, admito. Eu quero socar e arrebentar o imbecil do estúpido do cara até ele voltar no tempo e se tornar uma pessoa sensata e não derrubar coisas na cabeça dos outros! E se fosse um tijolo, hein, hein?!

Infelizmente, a vida é um bagaço de injusta. O que mais podia fazer? Vim trabalhar... Implorar pela ajuda da Helena para tornar meu cabelo menos grudento. Tentar tirar as manchas da minha roupa, do meu corpo...

Resumindo: a funcionária Beatriz Levy permanecerá nojenta e indócil até o fim do dia até poder tomar um banho.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Rapidinha da mamãe (10)

Mami guardando as compras, enquanto eu ajudava a cortar umas folhas.
E de repente, ela, de cima de uma cadeira, exclama:

Mãe: Ih, esqueci!
Eu: O quê?
Mãe: Eu ia gravar o filme que passou na globo.
Eu: Qual filme?
Mãe: Monstros & Cia
Eu: Que filme é esse?
Mãe: Um desenho animado. Acho que você já viu!
Eu: Num seria Monstros S.A?
Mãe: Hahahahaha! Éééé. Ahhhh, Cia, SA, você entendeu, né?


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Da Série: Aconteceu com a Bia...(6)

E a Bia, com 25 anos, já ta crescidinha pra ir ao mercado sozinha.
E aturar as filas quilométricas...
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Na fila do supermercado


Véspera de feriado, todo mundo metendo o pé na estrada, e eu, 19:25, batendo dedo na empresa. Não ia viajar mesmo.... E quem nunca ficou aqui até 19:30 não sabe a diversão que está perdendo. Altos papos. Ops, trabalhos, altos trabalhos!

Meu planejamento para Corpus Christi: alguns dias enfadonhos assistindo TV e comendo besteira. Por isso nem me importei com a maratona de compensação.

Saindo daqui, corro até o ônibus (prática comum) e não sei porque motivo absurdo resolvo passar no supermercado quando na verdade o que eu mais queria era deitar a cabeça na minha super cama Queen size e dormir. Mas beleza, fui lá eu ao supermercado tentar ver se algo me apetecia para comer (eu queria mais é comer algo que me fizesse salivar, mas é difícil achar algo assim em supermercado).

Fato de supermercados: eu entendo que as pessoas vão passeando devagar fazendo compras, analisando comida ou sei lá mais o que, mas pelo menos dê passagem para o próximo! Aí o cara fica lá um tempão escolhendo que uva levar enquanto eu, que em 2 segundos já peguei a maldita da uva, querendo passar, tenho que esperar o cara decidir qual está menos murcha? Haja paciência. Saio logo esbarrando se não sair do caminho já que as pessoas arrancam a página do dicionário em que consta a palavra “licença”.

Fui lá, catei minhas comidinhas, e, espertamente, entro na fila dos 10 volumes, toda feliz porque não ultrapassei o limite e posso entrar na fila rápida, meio que rindo internamente do pessoal dos outros caixas com uma compra gigantesca, família para sustentar.

Estou lá eu, serena e cansada, esperando, esperando, esperando... Percebo que estou esperando demais. Uns 5 minutos se passaram e a fila andou?? Neca! Enquanto isso, pessoal fazendo compras de mil macacos no caixa ao lado andando rapidão. Eu me irritando, xingando mentalmente ou o cliente lerdo ou a moça do caixa. Irradiando energia negativa para tudo que é lado, passei para o caixa ao lado, desculpando-me internamente pelo meu preconceito dos caixas de mil volumes e vangloriando-me novamente: “Sou muito esperta. Olha a fila kilométrica do caixa de 10 volumes. Esse pessoal aí não percebe que vai ficar ali eternamente??”.

Rapidinho o cara da minha frente pagou a conta e passei minha humilde comprinha pelo caixa. E claro que nisso eu ia comparando minha fila com a do caixa que deveria ser rápido para ver se estava no lucro por ter trocado de fila. “Estou na frente, beleza, estou na vantagem. Mandei bem”.

Comecei a perceber que o cara que estava na minha frente no caixa de 10 volumes estava já passando as compras dele (compras é exagero, o cara estava comprando um guaraná antártica de 2 litros e só – A fofoqueira) e eu passando as minhas. Nesse momento minha cara de estúpida já devia ser evidente. Mas tudo bem. Afinal, tinha dado no mesmo, pelo menos.

Hora de pagar. Sodexo em mãos. Imprimindo a notinha. Imprimindo... imprimindo... imprimindo.................. %$#@ eu já xingando o Acaso e o mundo “Caramba, nada funciona não???”. A budega da impressora deu problema e fiquei ali uns 5 minutos parada esperando a moça do caixa religar tudo, aquele sistema mais lento que tartaruga em areia movediça!

E eu me xingando mentalmente: “Pomba, Bia, da próxima deixa de ser estúpida e fica na fila de 10 volumes! Que anta”.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Da série: "Ahhhh, te amo!" (4)

Ela é minha ídola!
A mulher mais forte e batalhadora que eu conheço!
O exemplo de dedicação e amor ao próximo!
E além de tudo é a maior provedora de história para esse blog!



É claro que estou falando da minha mãezinha - Dona Rosângela!

Ela é o elo da família, aquela que tenta (às vezes em vão) manter a paz e a união!
É a maior inventora de jogos e brincadeiras para festas, sejam essas infantis ou adultas.
É a minha musa. Quando criança eu vivia compondo músicas idiotas para ela.
E ela sempre se divertia com as rimas escalafobéticas que eu inventava.

Ela é aquela que está sempre pronta para ajudar.
Seja quebrando galhos ("Mãe, marca um médico pra mim?") ou troncos de árvores inteiras ("Mãe, vai lá na UERJ e me arranja uma declaração de escolaridade?")
É a mulher que dança engraçado enquanto limpa a casa, com o rádio nas alturas pra espantar a preguiça (ou irritar os vizinhos).

É aquela que faz torta salgada em todos as festividades! E que abre o maior sorrisão quando alguém elogia e pede mais.
É aquela que rouba o carinho de todos os meus amigos que, em segundos, já morrem de amores pela tia Rosângela.
É a manteiga derretida que sempre chora vendo Ghost ou Minha Vida na Outra Vida.
É aquela que está sempre com frio e andando pela casa imitando o Horácio (da turma da Mônica) com os bracinhos na altura do peito.

É a Dona Sogra do Danilo.
A tia boladona do Wagnê.
A Rose do Johnny, da Jaque, da tia Elô.
A tia Rosângela de todos os meus amigos e primos.
É o amor da vida da Dolly.
É, por fim, a minha melhor amiga!

Mamãe, te amo!
Feliz Aniversário!

=*

Rapidinha do Trânsito (5)

As vans começaram a rodar no meu bairro em 2004/2005.
Os motoristas, que trabalham às vezes 10 horas por dia, estão sempre ouvindo música para abafar o estresse do trânsito carioca. Alguns optam por escutar a rádio e é assim que eu acompanho as irritantes "Pegadinhas do Mução" e as histórias mirabolantes de mulheres que ligam para a Transamérica para, com suas vozes estridentes, contarem que traíram sim seus maridos, mas que merecem perdão.
Há aqueles que possuem um gosto mais apurado e escutam JB ou Paradiso FM.
Mas, fato é, que, com raras exceções, os estilos musicais são mais ou menos os mesmos: sertanejo, tecnobrega, funk e pagode.
E qual não foi minha surpresa quando hoje de manhã, ao entrar na van, percebi que o motorista tinha escolhido o cd Black and Blue dos quase esquecidos Backstreetboys.
O mais trágicômico é que eu sabia não só as letras completas como a ordem das músicas.
#shameonme

sexta-feira, 20 de julho de 2012

DIA DO AMIGO (2)



Todas as noites, antes do meu sono de beleza, eu agradeço a Deus por ter os mais variados, complicados e perfeitos amigos que existem na Terra!
São esses seres que fazem a carente aqui uma bobona sorridente e feliz!

Um grande beijo aos amigos de infância, de escola (Golda-Zuleikão e ISERJ), de faculdades (UERJ e UFRJ), de trabalhos (Studio Barra, UFRJ e EPE) e do Karate.
Amo muito vocês! Mais do que qualquer palavra poderia expressar!

Beijo! =*

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Da Série: Aconteceu com a Bia...(5)

A Bia anda atraindo muitos insetos...
Mas a história abaixo nos prova que isso é um lance antigo...

________________________

Um Conto Envolvendo um Inseto (um grande inseto)


Essa história se passa um tempo atrás, quando eu ainda morava com papai e mamãe.
Era tempo de eu ir dormir. Mas, claro, estava enrolando (prática que continua persistindo até os dias atuais). Quando resolvo ir dormir, eis que as forças do universo conspiram contra mim. Tem um vagalume no quarto. Aqui vcs podem pensar: “Com medo de um vagalume? Que frescura.” Mas não era um vagalume qualquer. Não, minha gente, não, era um vagalume mutante! Isso mesmo! Porque não sei de nenhum outro bicho que voe e que pisque também, e esse era imenso!!!! E piscava!!!!! Cruzes, piscava mesmo.

Minha irmã mais velha, que tem medo até de joaninha, não pensou duas vezes e já arrumou uma caminha improvisada no quarto da TV. Eu, acreditei tolamente em mamãe quando ela me falou que havia matado o bicho alien. Tolamente, apaguei a luz e fui dormir. Talvez meu erro aqui tenha sido ter apagado a luz, já que assim poderia ver a luz que piscou em seguida. Talvez meu erro tenha sido gritar no meio da madrugada (aparentemente, é um costume meu desde os primórdios dar berros por aí). Quem sabe qual tenha sido meu erro, mas o fato importante aqui é que mamãe mentiu!

Claro que ela apareceu com meu berro, reclamando que senhor papai estava dormindo. Foi lá, matou o bicho (novamente). Mas iria eu acreditar que o mutante estava morto? Uma ova! Precisava ver com meus próprios olhos.

Agora visualizem o quarto que dividia com minhas irmãs: um beliche no lado esquerdo; um colchão no chão, no meio do quarto; um ventilador de chão ao lado direito do colchão; uma escrivaninha entulhada à direita; e na parede logo acima da escrivaninha, umas três estantes cheias de livros. Visualizaram? Pois bem.

Mamãe disse que matou o bicho, mas não vi o suposto cadáver. Estava atrás dos livros do nível mais alto da estante. Arma do crime: um mata-moscas. Pois então, de posse da arma, resolvi escalar. Subi na cadeira, na escrivaninha, e como sou baixinha do tamanho de um botão, estiquei meu braço e fiquei batucando com o mata-moscas nos livros. Mamãe já não estava no quarto. Estava eu apenas dividindo o quarto com o morto (ou não). Batuquei, batuquei, batuquei e batuquei e batuquei mais um pouco. PAF, PAF, PAF, PAFF.......”AAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH” foi o que berrei quando o mutante caiu para cima de mim.

Agora se lembram quando mencionei que a escrivaninha estava entulhada? Essa pode ser a informação mais importante do relato. Eu estava em um equilíbrio precário em cima do móvel, e tal instabilidade instabilizou de vez e a gravidade resolveu vir em meu auxílio (uma das minhas melhores “amigas”). Lembram-se do ventilador no chão? Caí em cima dele e tudo. Em seguida, atingi o fofinho do colchão. Ufa.

É claaaaaaro que isso fez um barulho danado. Irmãs e mãe aparecem na porta do quarto. Todos sabiam da minha busca insaciável pelo cadáver. E a cena... a cadeira da escrivaninha caída, o ventilador arrebentado, e eu, caída no chão, com o mata-moscas quebrado em minha mão. E o cadáver em algum lugar ali perto. O vagalume mutante, afinal, estava morto, de tanto eu batucar o cadáver caiu pra cima de mim.

OBS: ventiladores e cadeiras não sofreram danos durante a realização da cena.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Da série: "Eu tenho uma pergunta... (13)

O cara que grava as vozes que saem dos alto falantes das kombis e vans do Brasil tá rico?
Porque devia, né? O cara anuncia de tudo, desde van para "MERCK, CIDADE DE DEUS, TAQUARA", até "BONSUCESSO, FUNDÃO, PENHA".
Além das famosas "PAMONHA, PAMONHA, PAMONHA" e "PÃOZINHO FRESQUINHO E DELICIOSO DE SÃO GONÇALO"...

Rapidinha (nem tanto) do Trânsito (4)

E como no bairro onde eu moro só passa uma linha de ônibus que fica lotado porque sai catando tudo quanto é corno, alguém teve a sacada de montar uma linha de van e colocar os pilotos da fórmula truck como motoristas.

E aí, o bom é que quando eu pego van eu chego com uns 10 ou 15 minutos de vantagem. O ruim é que eu vou amassagada entre uma nem e um funkeiro do bonde do tigrão.

Mas acontece que, na ausência da cordinha gritenta (aquela que tem nos ônibus), os passageiros têm que avisar ao cobrador (o rapaz que fica em pé, com a cabeça do lado de fora berrando) onde eles irão descer.

Depois de algum tempo de prática, esses rapazes bolam estratégias para agilizar as coisas. E então, no lugar de esperar um berro repentino, eles perguntam, com uma certa antecedência, se alguém vai descer em determinado ponto.

O fato é que as pessoas, quase sempre, estão com fones de ouvido (para abafar a barulheira de uma van). E, invariavelmente, nem tchum pro trocador. E aí:

Trocador (2 km antes da rua Uruguai): Vai descer alguém antes da rua Uruguai?
Povo: ...
Trocador (500 m antes da rua Uruguai): Num desce ningém antes da rua Uruguai? Rua Uruguai desce alguém?
Povo: ...
Trocador (100 m antes da rua Uruguai): Rua Uruguai vai descer alguém?
Povo: ...

Trocador (50 m antes da rua Uruguai): Por enquanto não tem ninguém, João (o motorista), mas você sabe como eles são, né? Sempre tem alguém que desperta do sono profundo bem a tempo de...
Alguém (5 m antes da rua Uruguai): Rua Uruguai desce!

Motorista freia bruscamente, todos os passageiros são lançados para frente. Susan, que está em pé, vai quase com a cara no pára-brisas.

Trocador: Aí, num falei. (Virando pros passageiros) Vocês fazem de propósito, né?
Mulher louca qualquer: Não, eu não, eu to prestando atenção! Mas o povo fica ouvindo música e se desliga, né?
Trocador (300 m antes da Parmê): É, eu sei. Aí que tá o mal. Ok, mas vamos tentar de novo, né João? Desce alguém antes da Pça Sãens Pena? Parmê, Ultra, Tijuca Tênis Clube?
Povo (incluindo a mulher louca): ...
Trocador (200 m antes da Parmê): Galera, desce alguém antes da Pça Sãens Pena? Parmê, Ultra, Tijuca Tênis Clube?

Povo (incluindo a mulher louca): ...
Trocador (100 m antes da Parmê): Vocês têm certeza? Num desce ninguém antes da Pça Sãens Pena? Parmê, Ultra, Tijuca Tênis Clube?
Povo (incluindo a mulher louca): ...
Trocador (50 m antes da Parmê): Ok, João, por enquanto, só no Banco do Brasil.
...
Mulher louca qualquer (25 m antes do Ultra): Vou ficar no Ultra, tá, colega?
Trocador: Aí tá vendo? To dizendo! Vocês fazem isso de implicância! Num é possível.

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Pior do que isso, só quando as pessoas pedem pra descer em um lugar e depois mudam de ideia ou simplesmente se esquecem. Eu, por exemplo, já fui protagonista de uma dessas histórias. Sempre desço na Sãens Pena, mas naquele dia eu ia descer na rua Uruguai.

Rapazinho: Rua Uruguai deeeeesce?
Susan: Deeeeeesce!

A van para no ponto, o menino abre a porta.

Rapazinho: Ponto da rua Uruguai.
Susan: ...
Rapazinho (Falando comigo): Ô menina, cê num ia descer aqui?
Susan (Nem tchum pra ele): ...
Rapazinho (Me encarando): ?
Susan (Percebendo): Ih rapaz! Eu tenho que descer, né?!

E já estava na calçada quando ouvi:

Rapazinho: Cada maluca que me surge!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Da série: Curtas de quinta...

- "Lobão, amigão, não adia esse leilão de novo não, okzão?!"
PeloamordeDeus! Não é que eu não goste de trabalhar. Eu adoro. Ainda mais porque eu aprendo muito. Mas sério, não aguento mais cadastrar projetos para um leilão que não acontece nunca! Dá um jeito nisso aí, tio! Num tem mais espaço físico e mental pra essa bugigangada toda lá no arquivin, não!

- "Só as cachorras, as preparadas, as popozudas, o baile todo..."
Gente, e por que a minha preguiça me segurou 50 minutos na cama, me impossibilitando de ir à academia antes do trabalho e me obrigando a ir às 19h? Deusmelivreeguarde, quanta gente esquisita que pinta naquele lugar à noite. Muito mais as senhorinhas e senhorinhos super dignos que malham o popozão entre às 6h e às 8h.

- "O que é meu num tá guardado não, tá escondido!"
Já disse inúmeras vezes que paciência não é bem o meu forte, né? É! E aí que minha ansiedade em ver tudo rolando do jeito planejado tá me consumindo. E eu to desde segunda com um choro engasgado na garganta. Papai do Céu, to confiando no senhor, mas providencia aí pra que, pelo menos, a máquina lá da empresa me dê chocolate quando eu precisar me acalmar. Ok? Ok!

- "Gabrieeeeeeeela..."
Só eu, ou mais alguém não se interessou em acompanhar a tal novela das 23h? Sei nem se é boa ou ruim, mas sei la. Blézão acompanhar essas paradas tardes. Mas já me disseram que, pra quem curtia Band Cine Privê, é uma ótima opção! =P


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Da Série: Twittando no Blogger... (34)

To cheia de planos e projetos e mega ansiosa para que tudo comece na prática. O choro está preso na garganta e o peso nas costas. Papai do Céu, me ajude!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Da Série: Falta do que fazer/falar (14)

Porque os cursinhos do SEBRAE dão ótimas dicas de textos, como esse:


Reverência ao destino

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.

Carlos Drummond de Andrade

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Da Série: Twittando no Blogger... (33)

Ok, então a partir de agora, Susan Kate vai mudar de novo. Alguns vão achar que pra melhor, outros vão achar que pra pior. Fato é que, de agora em diante, eu só vou me meter na minha própria vida. Sem deixar, é claro, de ajudar quem me pedir ajuda! Muito cansada de tanta reclamação!

Rapidinha do alemão

Sábado agora, estávamos eu e Nathy, na fila do posto de conveniência BR, conversando sobre o casamento dela. Ela - chique que só - vai casar em agosto láááá em Berlim e passar a viver na Deustchland...

Nathy: Ainnn, to ansiosa. To nervosa...
Su: Mas tá mais nervosa com o casamento ou com o fato de ir morar em outro país?
Nathy: ... (pensando)
Menino aleatório na nossa frente na fila (virando-se para trás): Com o casamento, com certeza!
Su (com os olhos arregalados): ...
Nathy (super sem graça): Acho que é mais o medo de não conseguir emprego...

Gente, mas é cada doido que se mete nas conversas alheias em postos BR que eu vou te contar...

domingo, 1 de julho de 2012

Da Série: Susan Kate também é cultura.. (3)


Eu e a minha querida Nathy fomos hoje pra Petrópolis, conhecer a famosa Bauernfest...
É uma festa alemã que serve como programa familiar para todas as idades.
Tem desfile, dança, bandinha, comida, chopp, artesanato, competição...




É um bocado cansativo e caro (sobretudo se você for encher a moringa), eu assumo, mas vale a pena pelo passeio!


O evento fica cheiaraço, por isso, caso você seja uma daquelas pessoas que não gosta de multidão, não é muito aconselhável. Mas caso você goste e queira se sentar, aconselho a chegar bem cedo nos fins de semana!


Petrópolis é uma cidade linda, cheia de museus maneiros e de pracinhas fofas.
Depois de andar pra cima e pra baixo, nós tiramos umas fotos fofonildíssimas lá, e ficamos ao sol um cadinho, conversando e descansando...


Para quem se interessar, o evento ocorrerá entre os dias 28/06 e 08/07, com entrada franca, lá perto da fábrica da Bohemia (por que será?) e do Palácio de Cristal...
Boa diversão!
beijo! =*

sexta-feira, 29 de junho de 2012

xD (2)

It's done!

E eu finalmente vou poder ler livros que não sejam acadêmicos e assistir meus seriados!
:)

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Da Série: Twittando no Blogger... (32)

Por que esse foi o e-mail mais esperado do semestre:


"Susan,
O trabalho está pronto! Parabéns!
Finalize e entregue!"

#felizpracaralhoalho

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Da Série: Twittando no Blogger... (31)

Quanta maconha o Espelho fumou pra constatar que a Branca de Neve era mais bela do que a Rainha Má? Sério, amigão? Tem que procurar um oftalmologista urgente!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Da Série: Twittando no Blogger... (30)

Felicidade é receber um e-mail do seu orientador de monografia e ler:

"Oi, Susan,
Quase nada a modificar, a não ser o excesso de maiúsculas...
Já vi tudo, sim. Até terça."

Da Série: Aconteceu com a Bia...(4)

Continuando a série...
Na aventura de hoje, Bia, nossa heroína, decidiu dar uma de Senna em uma pista de kart em Volta Redonda...
Vamos ver se ela será campeã?


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Feriado em Volta Redonda! Eu e meus amiguinhos estávamos para marcar esse fim de semana há um bom tempo já. Afinal, sabem o que tem em Volta Redonda? Kart! Com uma pista super bacana. Você se sente um piloto de fórmula 1 quase! Dessa vez, eu ia dar tudo de mim! Da última vez fiquei em 4º lugar (para os engraçadinhos, foi 4º de 12 competidores, tá! Hunf). Dessa vez eu ia acelerar com tudo, bater em quem fosse, ia chegar ao pódio. Meu espírito de competição estava em alta! Afinal, apesar de frágil e delicada, não sou uma péssima kartista, huahuahuahua.

Chegamos ao kartódromo. Céu cinza. Mas sem chuva. Ok, que continuasse assim. Vesti meus apetrechos, assisti às aulinhas das cores das bandeiras (nunca lembro, é inútil, mas beleza). Um barulho estranho lá fora... o que é isso?? Será que é o que estou pensando?! Chuva! Meu pensamento nessa hora foi: “$#@% vou morrer, vou derrapar, bater nos pneus, vou chorar”. Eu super querendo que cancelassem aquela matança. Mas não. Não cancelaram!!! oO Claro que se todo mundo fosse eu iria também, mas, mas.... bem, todo mundo foi. Então, me f***, abaixei a cabeça e fui alugar um macacão feio daqueles para não molhar minha roupa.

Hora de cada um escolher seu carrinho! Lembrando que estava chovendo. O assento do kart já com aquela poça maravilhosa. Fui lá e sentei logo de uma vez. Já com a bunda molhada, esperei todos se assentarem. Pessoal tirando a água do assento e tal. E eu: “Poxa, eu devia ter tirado a água do assento antes de sentar... ... que burra”.

Antes de começar a corrida, recebemos o aviso: “Logo na primeira curva tem uma poça. Passem por cima da zebra ou pelo outro lado”. Eu: “Beleza, passar por cima da zebra”.

E foi dada a largada! Acelera, Bia, acelera! Fui pisando fundo. Cheguei na curva. Poça. Passar em cima da zebra. Beleza. Passei acelerando. Nesse momento começou meu tormento molhado. Splaaaaaaash!!! Parecia que estava desaguando uma cachoeira bem em cima da minha cabeça. Eu: “Que isso, meu Acaso!” Aquela água toda, “limpinha”, impregnada nas minhas roupas. Buáááá. Ainda bem que tinha tirado a calça (calma, gente, eu estava de macacão :P ). Mas o cara não falou para passar na zebra?? Que palhaço!! Então tá. Vai ver era no outro lado da pista. Então, na próxima volta, fui esperta. Passei pelo lado esquerdo da pista. Splaaaaaaash! Quase amaldiçoei alguém. Não paguei para tomar banho de água suja!!!!! Aff. E veio aquele pensamento diabólico em mente: “Huahuahua, pessoal tirando água do assento para sentar, não adiantou nada!!!!”.

Depois de 3 voltas, posicionaram-nos de acordo com nossos demonstrativos de agilidade no kart. Fiquei em 9º... rodei na pista... bati num cara... tomei advertência... cheguei em 9º... Depois de tudo isso, junto com estar molhada até a alma, resignei-me com minha inexistência de habilidade para dirigir em tempestades e só fiquei passeando na pista...

Pelo menos não perdi posição... ;-) E no meio da corrida descobri que passando pelo meio da pista, na curva com a piscina, eu não me molhava. Menos mal...

domingo, 17 de junho de 2012

xD

Tá acabando...


E isso é muito feliz e triste!
Nós queríamos isso desde o primeiro dia, mas agora o nó na garganta é muito grande!
Aiai, aguenta coraçãozinho!




quinta-feira, 14 de junho de 2012

Da Série: Trabalhada na roupinha social... (10)

Aeeeeeee, um post novo!!!
Esse vai em homenagem ao colega de trabalho que num tem o que fazer me mandou um e-mail simulando uma conversa minha com uma pessoa lerda qualquer...

Susan - "Pega aquele negócio ali pra mim?"
Outra pessoa - "Que negócio?"
Susan - "O treco coisadinho"
Outra pessoa - "Onde???"
Susan -"Perto do frufru da coisa ali"
Outra pessoa - "O que?"
Susan - TU NÃO FAZ NADA, DEIXA!

Agora tu vê, essas pessoas não entendem nada, e ainda saem de vítima!
Pode isso, Arnaldo?!?
 
=**
 
PS: Juro que vou escrever todos os dias do mês de Julho!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Rapidinha da mamãe (9)

E falando em mamãe, aí vai a última dela.

Eu fiquei sem pc e estou tendo que usar o note. Mas como precisava de silêncio para poder trabalhar, optei por não ir para a cozinha e, como não tenho mesa no quarto, peguei a tábua de passar da casa e...

Detalhe da Dolly nanandinho ao fundo...*.*

Mas aí um problema, meu irmão precisou passar roupa e não achou a tábua que estava trancada comigo no quarto! E saiu de casa todo trabalhado na amarrotação...

E aí veio meu aniversário e minha mãe quis matar dois coelhos com uma cajadada - me dar um presente e evitar que mais alguém se privasse da tábua em momento de necessidade...

E aí, eu ganhei isso:


Sim, outra tábua de passar, só pra mim! *.*

Sim, eu sei que ela podia ter comprado uma mesa específica de notebook, mas assim ela não estaria agindo que nem ela mesma, né?

Mamis, obrigada, eu ameizão!



domingo, 13 de maio de 2012

Dia das Mães


E, mais uma vez, Dona Rose arrastou a família inteira para o Bosque da Barra para comemorar, debaixo de uma chuva torrencial, o Dia do Índio das Mães.



E até que foi legal, sabia? Encontramos um abrigo para colocar as comidas gostosas e para brincar de bola, peteca e corda com as crianças (dois priminhos endiabrados de 7 e 12 anos). Repeti infinitas vezes a famosa "um homem bateu em minha porta e eu a-bri...". Chorei de rir ao ver mamãe e titia pulando corda e me assustei com a risada malévola da Dona Rose quando bateu foguinho* pra mim...



Andamos de bicicleta na chuva, sujamos a roupa toda de lama, falamos besteira, rimos um bocado.
Foi um dia feliz, apesar de qualquer tentativa de sabotagem de São Pedro...

Mamãe querida, meu coração por ti bate... te amo!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Da Série: Aconteceu com a Bia...(3)

E a Bia está escrevendo mais do que eu nesse blog.´
Em minha defesa, digo que o pouco de criatividade que tem surgido está sendo utilizado para "escrever" minha Monografia. Bom, mas vamos ao que interessa:


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Localização: Paraty.
Objetivo: comer.

Um colega e eu fomos procurar um restaurante. Ele disse terem indicado um chamado “Sancho Pança”, se bem me lembro. “Bacana, vamos experimentar”.

Um frio do caramba. Chegamos no restaurante. Bonitinho o local, música ao vivo. Escolhemos uma mesa e esperamos o garçom. Quando este veio, nada mais do que indagar pelo cardápio fez, aparentemente, o garçom surtar. Era realmente uma pergunta difícil. Apenas na segunda vez que pedimos pelo troço o garçom o trouxe. Estamos lá, analisando tranquilamente o cardápio, chamamos o garçom novamente para perguntarmos sobre os pratos. Ele novamente parece ter um ataque a qualquer pergunta que fazemos. Eu hein. Parecia até que estávamos perguntando a ele a raiz quadrada de 7685,98. Dali a um tempo chega o dono do estabelecimento. Eu já achei que fossem nos expulsar. Afinal, estávamos atormentando a vida do garçom com perguntas como “Quanto de comida vem no prato?” ou “Quais são os sucos que vcs têm?”. O dono nos pergunta: “Qual está sendo o problema em atender vcs? Parece que está havendo algumas dúvidas aqui”. Como se NÓS fôssemos o problema, vê se pode!!! Sei lá qual foi nossa resposta, mas então o dono nos informou: “Hoje é dia do polvo. Então só servimos polvo hoje”.

Em primeiro, car***, existe dia do polvo?!?! Mas tudo bem, existe dia para tudo hoje em dia. Em segundo, pensei: “Ferrou, não vou comer porcaria nenhuma. Vou passar fome pelo resto da noite. Não como polvo. Que nojo”. Do modo mais simpático que pudemos, dissemos que eu nunca havia comido polvo (eca!) e meu colega era vegetariano. Muito massa né? E nisso todas as pessoas do restaurante nos encarando como se fôssemos aliens azuis. Alien roxo foi o que vi depois.

O dono (simpático, apesar de “arrumarmos confusão” no restaurante dele) me levou para me mostrar o buffet de polvo. À primeira vista, não pude me conter. “Ecaaaaaa!” foi o que saiu da minha boca. Uma torrada com pasta de polvo em cima. Aquela perninha roxa cheia daquelas bolinhas roxas que não sei o nome. Suuuuper nojento. Eu não queria enfiar aquilo na boca de forma alguma!! Mas o dono fez uma cara de cachorro perdido quando critiquei a comida, que ele tanto prezava e elogiava, com meu super “Ecaaaaaa!”. Então, fui na luta e na coragem: abocanhei o troço. Só ficava pensando naquelas pernas. Urgh. Só de pensar agora me dá aflição! Mas até que não estava ruim. Nada demais o negócio. Mas mesmo assim... ainda acho super ultra mega nojento!

Depois disso tudo, pareceu que fomos aceitos no restaurante. Viramos pessoas normais aos olhos do povo do polvo. E só continuamos lá porque estava um frio insuportável lá em Paraty, não queria sair do quentinho para depois ter que ir procurar um outro lugar. E procurar no frio. Então, fiquei no polvo. Comi canja de polvo. Arroz de polvo. E sei lá mais o que de polvo. Meu colega ficou com uma salada em que o tomate era a sensação do prato.


Da Série: Susan Kate também é cultura...(2)

E, mais uma vez, dona Mamãe deu a dica de um espetáculo de ballet mega aprovado.



Trata-se do espetáculo "De tudo se faz canção" apresentado pelos bailarinos do projeto Dançar a Vida da Escola de Dança Petite Danse.
Eu fui para ver uma das bailarinas (Marini Vianna) que é filha do meu professor de Karate e pai postiço. Mas eu fiquei extremamente encantada com os meninos e meninas que emocionaram o público presente no teatro Carlos Gomes.

O espetáculo conta com a participação de uma banda muito boa, tocando músicas de Milton Nascimento, enquanto os bailarinos, com roupas extremamente simples e lindinhas dão um show no palco.
Achei bastante interessante a proposta da Escola, que visa proporcionar acesso à cultura da música e da dança a pessoas que normalmente não tem acesso a isso.

Se você está pobre (como eu) ou acha que não tem saco pra assistir horas e horas de pernas levantadas e saltos, esta é uma ótima opção pois além de ser "de grátis" e dura 1h. Ó que beleza!?

Então, se interessou? Clique aqui para mais informações sobre o projeto e as próximas apresentações.

Beijo!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Da Série: Aconteceu com a Bia...(2)

Segundo post escrito pela Bia...
Você já leu o primeiro?
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Aniversário chegando (ok, é só mês que vem, mas ninguém pode dizer que não está chegando), meus pais resolveram me comprar um Bluray Player. Iupii! Só que todos sabemos que a garantia desses aparelhos é de 1 semana para troca em loja. Ou seja, ganho presente mais cedo ;-) Ontem minha mãe me liga e avisa que vai levar pro meu APT hoje pela manhã, para se der algum problema, não esperar essa primeira semana passar. Eu que não reclamei, rs.

Sabendo que minha mãe iria comparecer à minha humilde habitação, lavei a louça, passei um pano no sofá, limpei o móvel da TV. Sabe como é, para não ouvir depois “Cheguei lá e a casa estava toda do avesso!”, já que é costume dos pais exagerar tudo em proporções astronômicas. Provavelmente o que eles falariam daria a impressão que vivo em um chiqueiro só por conta de dois pratos e alguns talheres sujos na pia.

Finalmente, deleitei-me com minha maravilhosa cama, pensando em como eu queria que o dia tivesse pelo menos mais uma horinha para eu continuar a ler meu livrinho sem peso na consciência por ter que acordar cedo para ir trabalhar no dia seguinte. Então, estava lá eu, um lindo anjo dormindo... Claro que quando acordei com o despertador quase explodindo meu cérebro não mais parecia um anjo. Meu cabelo todo espetado para todos os lados. Poderia dizer que estava mais para um cacto ambulante. Blergh.

Enfim. Peguei meu despertador, desliguei. Eis que sinto um gelo no âmago mais profundo do meu ser. Veja bem, o significado de morar sozinha é não ter mais ninguém morando com você, certo? Então porque tinha um vulto entrando na minha sala? Porque tinha um estranho, maníaco, assassino ou seja lá o que ele fosse parado ali, entrando de um modo sorrateiro daqueles? Porque ele estava me olhando? O que ele pretendia??!! “Ah, meu Acaso, e agora, o que eu faço??!!”, foi o que pensei imediatamente antes de berrar. “Aaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!” foi a única coisa que consegui esgoelar garganta afora. Só assim para expressar o horror que senti em ter meu espaço invadido por alguém que não convidei a entrar!

Todo meu terror durou alguns ínfimos segundos até eu perceber que era minha mãe... Putz, quase tive um troço do coração! O alívio que senti é indescritível. Saber que não estava sendo ameaçada por algum ser idiota que acha legal aterrorizar as pessoas. Não é preciso dizer que quase matei minha mãe depois disso! Como disse nossa amiga Roberta, mãe troll :P E percebam, dei um berro de matar mosca, e apareceu algum vizinho?? Neca. Iriam me deixar morrer se realmente tivesse alguém ali querendo atentar contra minha maravilhosa e alegre vidinha!

Deu até saudades da barata...

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Da Série: Ed, o robô fanfarrão! (4)





Depois de séculos sem falar dele por aqui, hoje vou postar três curtinhas do nosso amigão.

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Robô Ed: Olá! Meu nome é Ed, estou aqui para ajudar na preservação de energia e de outros recursos naturais. Sobre o que você quer conversar?
Aloka: estou de saco cheio de vc!
Robô Ed: Esse jeito expressar cansaço não é lá muito elegante. Gramaticalmente falando, é um vício de linguagem chamado plebeísmo.

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A deprimida: quero morrer
Robô Ed: Não diga isso. A vida é bela.
A deprimida: quero morrer
Robô Ed: Não diga isso. A vida é bela.
A deprimida: quero morrer
Robô Ed: Não diga isso. A vida é bela.
A deprimida: quero morrer
Robô Ed: Não diga isso. A vida é bela.
A deprimida: vanmos ficar nisso até quando?
Robô Ed: Ainda não sei até quando.
A deprimida: então vamos continuar: quero morrer
Robô Ed: Não diga isso. A vida é bela.
A deprimida: quero morrer
Robô Ed: Não diga isso. A vida é bela.
A deprimida: quero morrer
Robô Ed: Não diga isso. A vida é bela.

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Robô Ed: Olá! Meu nome é Ed, estou aqui para ajudar na preservação de energia e de outros recursos naturais. Sobre o que você quer conversar?
A suicida: Vou cometer suicídio.
Robô Ed: Que absurdo. Nem pense nisso!
A suicida: Tô indo me jogar do 11º andar da UERJ.
Robô Ed: Então tudo bem, pode ir, mas volte mais vezes!

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Ele é muito surtado, não é?