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sexta-feira, 25 de março de 2011

Da série: "Querido diário... (9)


Entrei na frase mais "Hello Friends, I love you" da minha vida.
Entendi finalmente que a minha carência é incurável e que pra amenizar não adianta eu centralizar tudo no meu namorado, ele não tem como dar conta, a bomba vai ter que cair sobre os meus mui amados amiguinhos. Je suis desolée.
E durante esse processo eu identifiquei em relacionamentos externos os meus próprios erros.
E é impressionante o quanto é mais fácil dizer a solução desses problemas do que, de fato, executá-los.
Mas de tudo eu tirei uma lição - Get busy for a healthy mind!*




* Não entendeu??? Coooorre pro Curso de "inglês em 18 meses" mais barato perto da sua casa, mané!

domingo, 26 de setembro de 2010

Da série: "Eu admito..." (2)


...eu sou mimada!

E nem preciso de muitas palavras para explicar, basta dizer que: Eu gosto das coisas feitas exatamente da forma e na hora que eu quero e odeio ser contrariada ou estar errada.

Penso que, no fundo, todos nós temos o nosso nível de mimidez, alguns mais, outros menos, mas pelo menos eu tenho coragem de admitir e tentar mudar.
Por exemplo, evito criar expectativas sobre algo para depois não ter que lidar com a frustração de ver os meus planos e sonhos irem por água abaixo.

A carência é outra das minhas características, e, talvez, contra a qual eu mais luto, por ser a mais difícil de aturar (sobretudo em dias de chuva ou de TPM).
Tenho a incrível capacidade de me sentir sozinha, mesmo no meio de 15 pessoas tagarelando besteira em uma mesa de bar. Basta que uma pessoa não me dê a atenção que eu quero, mesmo que essa nem esteja presente na mesa.
É, doida é pouco, minha gente! Mas um dia eu mudo!






Por que eu to admitindo isso agora?
Domingo, 21:50, sabe como é, né?